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Tudo o que você precisa saber sobre a aplicação estética do botox

Tudo o que você precisa saber sobre a aplicação estética do botox

O botox se tornou um sonho de consumo de muitas mulheres e de homens, que buscam atrasar os sinais do envelhecimento. Para tal, podemos afirmar que esta substância é uma verdadeira descoberta da ciência! Você sabe de onde vem o botox? 

Muita gente não sabe. Mas, se você tem curiosidade de conhecer mais acerca desta neurotoxina, continue a leitura do artigo.

O que é o botox?

Botox é o nome comercial deste produto, que se tornou muito popular. Na realidade, a substância se chama toxina botulínica. Essa toxina é produzida pela bactéria Clostridium Botulinum. Em grandes quantidades, ela é nociva para o organismo. Em baixos níveis, é utilizada no segmento da estética para reduzir rugas e marcas de expressão.

O botox funciona da seguinte forma: após ser injetado no músculo, a neurotoxina bloqueia os sinais nervosos responsáveis pela contração dos músculos, fazendo-os relaxar. Com isso, aquelas marquinhas de expressão em volta dos olhos, da boca, dentre outras regiões, são amenizadas e até mesmo prevenidas. 

O efeito da aplicação da toxina botulínica varia de 3 a 6 meses, dependendo de cada organismo. 

Como funciona a aplicação do botox?

Como dito acima, quando é aplicado no músculo contraído, o produto o faz relaxar, amenizando as marcas de expressão. Antes da aplicação, o médico especialista aplica um creme anestésico no rosto da paciente para aliviar o incômodo das picadas de agulha sobre os músculos faciais que se deseja relaxar. 

Após três dias da aplicação, a paciente percebe os primeiros efeitos da toxina botulínica agindo. Uma semana depois, as rugas e linhas de expressão estão reduzidas, ou mesmo eliminadas, dependendo do nível delas. Lembrando que os efeitos não são permanentes. 

Indicações do botox na estética

Existe uma infinidade de usos da toxina botulínica, tanto na estética quanto na medicina em geral. Na estética, o botox pode ser usado para os seguintes casos:

  • redução de rugas e linhas finas de expressão;
  • linhas de expressão entre as sobrancelhas;
  • linhas de expressão no canto dos olhos (pés de galinha);
  • levantar as sobrancelhas;
  • levantar os cantos da boca;
  • suavizar rugas no colo e no pescoço;
  • levantar a ponta do nariz;
  • suavizar o sorriso em pessoas com sorriso gengival.

A cunho de curiosidade, esta neurotoxina também é indicada para o tratamento dos seguintes distúrbios de saúde:

  • enxaqueca crônica;
  • estrabismo;
  • transpiração excessiva na axila (hiperidrose);
  • incontinência urinária;
  • espasmo das pálpebras;
  • espasmos do pescoço e dos ombros;
  • bexiga hiperativa;
  • espasmo hemifacial.

Contraindicações 

Existem algumas situações em que a aplicação de toxina botulínica não é indicada. Elas incluem:

  • histórico de doença neuromuscular (como esclerose múltipla ou miastenia gravis);
  • mulheres grávidas ou em fase de amamentação;
  • histórico de fraqueza nos músculos do rosto;
  • pálpebras caídas;
  • cicatrizes profundas no rosto;
  • pele espessa;
  • traços desiguais nos lados do rosto;
  • lesões de pele no rosto.

Também é importante informar ao médico sobre o uso de medicamentos, suplementos ou vitaminas, antes de se submeter à aplicação de botox. 

Quer saber mais sobre bioimpedância? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como médica  em Marcelino Ramos!

Posted by Dra. Daniela Sommer in Todos
Como é feito o exame de bioimpedância?

Como é feito o exame de bioimpedância?

Existem diversas ferramentas para se identificar a composição corporal humana. A mais utilizada é o Índice de Massa Corporal (IMC), que se baseia na divisão do peso (em quilogramas) pela altura (metros) elevada ao quadrado. Outro método é a medição de dobras cutâneas, que informa o nível de gordura pela espessura das pregas da pele. Atualmente, um método mais moderno de leitura da composição corporal vem se popularizando: a bioimpedância.

Conheça mais sobre esta técnica a seguir. 

Como a bioimpedância funciona?

Na bioimpedância são utilizados dois eletrodos na mão e no pé do paciente. Esses aparelhos transmitem uma corrente elétrica, que não é sentida pelo indivíduo. A corrente é atraída pela água e pelo sangue do corpo, mas o mesmo não acontece com outras estruturas, como os ossos e a gordura.

Portanto, quanto mais gordura e ossos existe na composição corporal do indivíduo, maior é a resistência à corrente elétrica. Com isso, o médico especialista chega a estimativas sobre a composição corporal, usando-se equações específicas.

A bioimpedância tem sido muito utilizada no meio esportivo e para a medição da composição corporal da população obesa. O método mede o total de água do corpo, supondo-se que 73% da massa livre de gordura é água. A gordura é medida com base na diferença entre massa livre de gordura e massa corporal.

A medição é feita a partir de diversos tipos de aparelhos. De todo modo, todos eles irão se basear nas estimativas observadas pela condução da corrente elétrica no corpo do paciente, por meio dos eletrodos. O exame pode ser feito de pé ou deitado, a depender do tipo de aparelho usado pelo especialista. 

Passo a passo do exame de bioimpedância

Em primeiro lugar, é importante saber que o exame é contraindicado para mulheres grávidas, devido aos riscos para o feto. Em seguida, é essencial que o paciente não esteja utilizando nenhum objeto metálico, como anel, colar, relógio ou outros.

Enquanto é feito o exame, não é recomendado se mexer, para não prejudicar o resultado, que é lido por meio de monitor. Em seguida, o aparelho irá informar dados sobre a hidratação corporal, bem como os níveis de massa magra e massa gorda.

Novamente, é importante frisar que a corrente não é sentida pelo paciente submetido ao exame, além de ser muito rápido. Com base nos resultados apresentados, cada indivíduo passará por uma recomendação sobre dietas e exercícios para se obter o resultado corporal desejado.

As recomendações de preparo para o exame são as seguintes:

  • evitar bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame, além de evitar exercícios físicos;
  • fazer jejum de 4 horas, ou no tempo recomendado pelo médico responsável;
  • esvaziar a bexiga antes do exame.

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Gordura localizada: 5 tratamentos que você deve conhecer

Gordura localizada: 5 tratamentos que você deve conhecer

A gordura localizada é o acúmulo de tecido adiposo em determinadas áreas do corpo. Os locais com maior acúmulo de gordura no organismo variam de pessoa para pessoa. Em alguns indivíduos, a gordura se concentra na região abdominal. Em outros, na região do quadril. Ela também pode aparecer nas costas, uma área difícil de ser exercitada. A concentração de gordura nessas regiões dependente de várias condições. Entre elas, destacam-se fatores genéticos e o tipo de alimentação habitual. Além disso, outros fatores contribuem para o acúmulo de células de gordura em determinada região, como a má postura, o sedentarismo, o tabagismo e o uso de roupas muito apertadas. Para evitar esse problema incômodo, existem alguns tratamentos e mudanças de hábito que são fundamentais para manter a forma e, o mais importante, estar em dia com a sua saúde. Conheça, abaixo, os 5 tratamentos para prevenir e combater a gordura localizada.

Tratamentos para gordura localizada

1# Radiofrequência

Os aparelhos de radiofrequência geram uma energia sob a forma de calor, que chega à célula de gordura, aumentando seu metabolismo e reduzindo seu tamanho. O procedimento dura entre 45 minutos e 1h e 30 m. Ele é indicado para as regiões do abdômen, flancos e culotes.

2# Criolipólise

Por meio de aplicadores adaptados a determinadas regiões do corpo, o equipamento congela as células de gordura que, consequentemente, morrem. Os resíduos celulares são metabolizados e eliminados pelo organismo. Em média, são necessárias de uma a duas sessões para obter resultados efetivos.

3# Lipolaser

O lipolaser promove a quebra das células de gordura em ácidos graxos e glicerol, que serão posteriormente eliminados pelo sistema linfático. É recomendado um plano de oito sessões para um resultado efetivo. Não há nenhuma restrição após as sessões, nem marcas ou manchas. Recomenda-se dietas e exercícios físicos para potencializar a perda de gordura localizada.

4# Carboxiterapia

A carboxiterapia consiste na injeção de gás carbônico na pele, nos locais com acúmulo de gordura localizada. Essa injeção de dióxido de carbono melhora a circulação sanguínea, otimizando a chegada de nutrientes e oxigênio na região. Isso promove a produção de colágeno e estimula a queima de gordura na região, destruindo as células adiposas no local. 

5# Endermologia

A endermologia é uma técnica que consiste em sugar a pele. Por meio desse procedimento, uma bomba de vácuo gera uma espécie de sucção, que promove um deslocamento temporário da pele em relação às camadas de gordura localizada.

Dicas

Todos os procedimentos estéticos citados trazem benefícios para a eliminação da gordura localizada. No entanto, você pode adotar práticas no seu cotidiano para ter melhores resultados. Praticar exercícios físicos e ter uma alimentação balanceada são complementares aos tratamentos e trazem resultados a longo prazo. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como médica  em Marcelino Ramos!
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Quando começar tratamentos dermatológicos contra o envelhecimento?

Quando começar tratamentos dermatológicos contra o envelhecimento?

O envelhecimento é um processo natural para todos. A pele envelhece todos os dias, porém, com o passar do tempo ela perde a capacidade de se renovar, devido à queda na produção de colágeno. O avanço normal da idade, a poluição, maus hábitos alimentares, estresse, dentre outros fatores, são responsáveis pelos primeiros sinais de rugas, manchas e flacidez. O tempo passa para todos, mas, alguns sentem as marcas na pele com mais intensidade do que outros. Diversos fatores estão envolvidos na conservação da pele. Um deles é iniciar tratamentos contra o envelhecimento com antecedência. Você sabe qual a idade ideal para começar? Descubra no texto a seguir.

Saiba quando começar a prevenir o envelhecimento da pele

O envelhecimento da pele pode ser causado de duas maneiras: pela ação do tempo ou por agentes externos, incluindo o sol, que é o fator mais determinante. O tratamento anti-idade ideal deve ser iniciado em torno dos 25 aos 30 anos, dependendo das necessidades de cada tipo de pele. Nessa fase, a rotina de cuidados é preventiva, para evitar a formação de rugas, linhas finas, manchas, entre outros incômodos. A produção de colágeno começa a decair a partir dos 30 anos. A baixa na produção do colágeno aumenta cada vez mais a cada 10 anos. O resultado disso são as linhas de expressão, que vão se tornando cada vez mais acentuadas, com a queda da substância. É preciso considerar que a pele precisa de cuidados em todas as idades. Por isso, a prevenção do envelhecimento precoce e ter atenção com a saúde da pele são cuidados fundamentais que trazem, além de uma pele rejuvenescida, a prevenção de doenças como o câncer de pele, por exemplo. Esse tipo de enfermidade costuma ser provocada em alguns casos pela ausência do protetor solar.

Dicas para prevenir o envelhecimento

Ações simples no dia a dia contribuem intensamente para a conservação da pele. A primeira delas é lavar o rosto todos os dias, retirando os resíduos de produtos e a sujeira acumulada. Deve-se utilizar sabonetes específicos para o rosto e o seu tipo de pele. O filtro solar deve fazer parte da rotina desde muito cedo. Ele previne os efeitos prejudiciais da radiação solar sobre a cútis. Use sempre um protetor solar antes de qualquer outro produto para a pele, como maquiagens. Além disso, ter uma alimentação saudável e equilibrada é importante para prevenir o envelhecimento precoce. Por isso, consuma frutas, verduras, legumes e evite alimentos industrializados, cheios de açúcar e sódio. Exercícios físicos também devem fazer parte de sua rotina, pois melhoram a circulação sanguínea e a imunidade, deixando a pele tonificada e viçosa. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como médica  em Marcelino Ramos!
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A importância do exame de bioimpedância no tratamento da obesidade

A importância do exame de bioimpedância no tratamento da obesidade

O exame de bioimpedância é uma das técnicas mais eficazes para detecção da gordura corporal em excesso. Tal ferramenta é essencial para aqueles que lutam contra a obesidade, uma das doenças mais comuns da atualidade. Somente no Brasil, ela afeta cerca de 2 milhões de pessoas. 

A obesidade é multifatorial, uma vez que resulta da interação do estado de humor, estresse, patologias, herança familiar, estilo de vida, dentre outros. Mesmo assim, com persistência e assistência especializada, é possível vencê-la. O primeiro passo para isso é reconhecer a necessidade de ajuda e fazer a avaliação com o médico especialista. 

Existem várias técnicas capazes de auxiliar no diagnóstico dessa patologia. Por exemplo, a medida de IMC correlaciona o peso e a altura, determinando o grau de adiposidade (gordura) corporal. Contudo, apesar de ser de fácil acesso, tal cálculo não distingue massa magra de gordurosa, nem a quantidade de gordura visceral (prejudicial para a saúde) do paciente. 

Já a bioimpedância, ou impedanciometria elétrica, consiste em um novo método utilizado pelos profissionais de saúde que categoriza a composição corporal de modo bastante minucioso. A seguir, vamos entender como funciona. 

Como funciona o exame de bioimpedância?

O exame se baseia no fato de o organismo ser composto por água e íons elétricos, que conduzem correntes elétricas. O tecido adiposo impõe resistência à passagem dessa energia, já a musculatura esquelética, rica em água, conduz com muita facilidade. Durante a realização do teste, uma corrente elétrica alternante – o paciente não sente nada, pois a corrente é muito fraca – passa pelo corpo e são anotados os valores obtidos. 

Após isso, a impedância é calculada por meio de dois fatores. O primeiro, chamado de resistência, significa a voltagem perdida através do corpo e depende da quantidade de água presente. Já o segundo, denominado reatância, traduz o montante de energia acumulada ao percorrer o organismo. Esses fatores são ajustados em fórmulas matemáticas e são capazes de determinar a massa gorda, massa livre de gordura, água corporal total e gordura visceral do paciente.

Diferenças entre os modelos de bioimpedância

Os aparelhos octopolares multifrequenciais são menos influenciados por fatores externos, contudo, apresentam maior complexidade de execução e maior custo, sendo destinados a idosos e crianças, cujas medições devem ser mais complexas. 

Os modelos mais utilizados são os tetrapolares. Eles conjugam resistência e reatância com outros fatores, como idade, sexo, raça, peso e altura, em equações matemáticas preestabelecidas. Com isso, são estimadas massa magra, massa gordurosa, água corporal, diferença entre o peso de estruturas e valores do metabolismo basal do indivíduo. 

É o método ideal para a maioria da população, por predizer, com grande exatidão, os parâmetros antropométricos e metabólicos. Contudo, para sua realização, são necessários alguns cuidados que serão exemplificados adiante. 

Quais os fatores que afetam o resultado?

Os exames tetrapolares podem ser afetados pela temperatura ambiente, realização de atividade física, consumo de bebidas, alimentos e ciclo menstrual da mulher.

São necessários cuidados prévios ao exame?

Alguns cuidados são necessários ao se realizar a impedanciometria elétrica. São eles:

  • Jejum de 4 horas;
  • Ausência de atividades físicas por 12 horas;
  • Abstinência alcoólica por 24 horas;
  • Interromper o uso de diuréticos por 7 dias, se possível;
  • Mulheres devem realizar o exame durante o 7º e 21º dia do ciclo menstrual. 

Importância da avaliação com o método

A tecnologia vem crescendo em nosso dia a dia e constitui uma grande aliada ao avanço da medicina. O exame de bioimpedância é um forte exemplo disso, pois, a partir de um método rápido, indolor e seguro o paciente pode ser avaliado como um todo. Desse modo, o médico especialista consegue atuar de forma mais individualizada, a fim de promover resultados mais satisfatórios para o paciente. 

 

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Posted by Caroline in Todos
Tratamento para obesidade antes da gravidez: saiba mais sobre o assunto

Tratamento para obesidade antes da gravidez: saiba mais sobre o assunto

A gravidez é um momento de grandes alterações no corpo e no metabolismo da mulher. Todos os sistemas orgânicos são convertidos para funcionar em prol de uma gestação saudável e tranquila. Nesse período, as reservas nutricionais da mãe são direcionadas para o crescimento do bebê e o corpo da gestante se transforma totalmente. Sabe-se que a obesidade é fator de risco para doenças cardiovasculares, articulares e endócrinas, por exemplo. Portanto, essa condição afeta diretamente a saúde de qualquer pessoa. Neste sentido, podemos prever que obesidade e gravidez em conjunto é sinônimo de perigo e faz-se necessário discutir o tratamento para obesidade antes da gravidez. 

Para entendermos melhor essa questão, vamos analisar as mudanças fisiológicas (normais) que ocorrem em toda gestante, bem como as alterações patológicas (ruins), decorrentes da obesidade nesse grupo específico. Após isso, conseguiremos compreender a importância de estar dentro do peso adequado antes de engravidar, e como prevenir o ganho de peso antes da maternidade. 

Alterações fisiológicas prejudiciais com a obesidade e a gravidez

Primeiramente, é válido ressaltar que em mulheres obesas os ciclos menstruais costumam ser irregulares ou anovulatórios. Portanto, a obesidade afeta diretamente a capacidade da mulher em conseguir engravidar. 

Em situações extras à gravidez, a obesidade pode causar diversas patologias, tais como lombalgia ou doença do refluxo gastroesofágico. Como dito, comumente, a gestação altera a maioria dos sistemas da mulher, a fim de adaptar o organismo ao bebê. Sendo assim, o sobrepeso pode acentuar algumas alterações normais da gravidez, acarretando estados mais prejudiciais do que em uma gestante com peso habitual poderia ter. 

Por exemplo, o peso do útero desloca o centro gravitacional do corpo, dessa forma, naturalmente, a mulher assume a postura de hiperlordose lombar (curvatura acentuada da coluna próxima ao bumbum). Por si só, isso pode gerar dor, mas, em associação com a obesidade, a movimentação da coluna é ainda maior, gerando dores lombares intensas e sintomas de radiculopatia (câimbra e sensação de choques nas pernas). 

Naturalmente, a gestação aumenta a glicemia (índice de açúcares no sangue), a fim de aportar as necessidades energéticas do feto. Com isso, a mãe fica propensa a ter diabetes. Gestantes obesas correm maior risco de se tornarem diabéticas na gravidez. Isso pode acarretar bebês muito grandes para a idade gestacional, dificultando a passagem pelo canal de parto. Além disso, ocorre a hipoglicemia pós-natal (falta de açúcar no sangue, após o nascimento do bebê), uma das principais causas de morte em bebês. Por fim, também pode causar síndrome hipertensiva (aumento da pressão arterial) na mãe.

Saúde da mãe e do filho 

A gestação é um dos momentos mais importantes na vida da mulher. A capacidade de gerar alguém é uma experiência única e enriquecedora! A fim de que tudo ocorra da melhor maneira possível, sugere-se que a mulher se programe antes de engravidar. Ela deve buscar o auxílio de médico e nutricionista para avaliação nutricional e corrigir as carências vitamínicas, caso sejam presentes. 

O ideal é engravidar quando a mulher estiver dentro da faixa normal de IMC. Enquanto gestante, aumentar o peso também conforme IMC, e retornar ao valor pré-gestacional dentro de 1 ano. Para maiores informações e conduta individualizada, busque ajuda do um médico de confiança e boa sorte nesta nova jornada!

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Posted by Caroline in Todos
4 consequências da obesidade na saúde

4 consequências da obesidade na saúde

A obesidade é uma doença crônica grave, que não para de avançar no mundo inteiro. Nos últimos 10 anos, o número de obesos cresceu 60% no Brasil. Atualmente, cerca de 19% da população brasileira é obesa.

Caracterizada pelo excesso de peso e acúmulo de gordura corporal, a obesidade gera impactos negativos para a saúde, já que agrava doenças pré-existentes, desencadeia novas enfermidades e tem íntima relação com o aumento da mortalidade. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a obesidade é a segunda maior causa de morte no planeta.

De origem multifatorial, a obesidade é resultado do sedentarismo, alimentação desequilibrada, predisposição genética, transtornos psíquicos, disfunções endócrinas, dentre outros fatores. Independente das causas, o fato é que o excesso de peso nunca vem sozinho.

Quer saber quais são as principais consequências da obesidade para a saúde? Descubra a seguir.

Doenças relacionadas à obesidade

1# Hipertensão

A hipertensão, conhecida também como pressão alta, é uma condição que afeta aproximadamente 36 milhões de brasileiros e, segundo estimativas, 61% das mulheres e 70% dos homens hipertensos estão acima do peso. Não dá para negar a íntima relação entre o excesso de peso e o aumento da pressão arterial!

Obesos são mais propensos a desenvolver o quadro. Afinal, a obesidade está associada ao sedentarismo e à alimentação rica em carboidratos, sódio e gorduras, o que inevitavelmente favorece o aumento da pressão sanguínea.

2# Colesterol alto

O sobrepeso e a obesidade estão entre os principais fatores de risco para o colesterol alto. A alteração é caracterizada pela elevação do LDL (colesterol ruim) no organismo. Quando os níveis estão altos, as chances de complicações cardiovasculares também elevam, como o risco de infarto e aterosclerose.

Para evitar que isso aconteça, vale a pena manter o peso saudável pela prática regular de exercícios e reeducação alimentar.

3# Diabetes

A diabetes também é uma das consequências da obesidade. Estudos revelam a existência de 350 milhões de diabéticos no mundo. Boa parte dessas pessoas apresenta algum grau de obesidade. As mesmas condições que levam o indivíduo ao sobrepeso são as que favorecem o desenvolvimento da  diabetes tipo 2. É o caso dos maus hábitos alimentares e do sedentarismo. Para completar, a obesidade aumenta a resistência à insulina, facilitando o desenvolvimento da diabetes mellitus.

4# Pedra na vesícula

Cálculos biliares, as famosas pedras na vesícula, podem ser resultantes da obesidade. Segundo dados da Associação Americana para o Estudo das Doenças do Fígado, o Índice de Massa Corporal (IMC) elevado pode aumentar significativamente o risco de desenvolvimento da calculose biliar. Mudanças alimentares e o controle do peso minimizam os sintomas, como dores abdominais, náuseas e vômitos. No entanto, a solução definitiva do problema é de caráter cirúrgico. A colecistectomia é o procedimento indicado para a remoção da vesícula.

Quer saber mais sobre os impactos da obesidade para a saúde? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como médica  em Marcelino Ramos!

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O que é ptose palpebral?

O que é ptose palpebral?

Você já ouviu falar em ptose palpebral? Esse é o nome técnico dado à queda da pálpebra, condição comum, mas que pode impactar na aparência, autoestima e na saúde visual do paciente.

A ptose palpebral pode ser uni ou bilateral. Isto é, pode acontecer em apenas um ou dos dois lados dos olhos. Quer saber mais sobre a queda das pálpebras, descobrir suas causas e conhecer os tratamentos possíveis? Continue lendo o artigo e saiba mais!

Quais são as causas da ptose palpebral?

Apesar de ser mais comum em idosos, a ptose palpebral pode atingir pessoas mais jovens. Isso acontece porque o problema pode ter origem congênita. Não são raros os casos em que os indivíduos já nascem com as pálpebras caídas.

Vale destacar que a ptose palpebral também pode ser adquirida com o tempo, devido a lesões no nervo oculomotor, ou por:

  • lesão na inervação simpática;
  • miastenia grave;
  • envelhecimento natural;
  • traumas locais;
  • afecções neurológicas;
  • tumor ocular;
  • doenças sistêmicas, como a diabetes.

A ptose ocorre basicamente porque os músculos responsáveis por elevar as pálpebras não são fortes o suficiente, e perdem a sua capacidade de sustentação.

Quais são os tipos de ptose palpebral?

Os tipos mais comuns a ptose mecânica, congênita e involucional. A do tipo mecânica é mais frequente a partir dos 50 anos de idade e tem relação com o excesso de pele (dermatocálase) na região. Esse excesso aumenta o peso das pálpebras, ocasiona a queda palpebral e pode diminuir o campo visual do paciente

A ptose palpebral congênita vem desde o nascimento e permanece com o passar dos anos, podendo prejudicar diretamente o desenvolvimento da visão da criança. Se tal condição for caracterizada pela obstrução do eixo visual, pode ser necessário fazer cirurgia precocemente, para evitar complicações. Em casos leves, a cirurgia pode ser adiada.

Já a ptose involucional, ou ptose senil, se dá a partir dos 60 anos de idade em decorrência do processo de envelhecimento natural. Ela está relacionada diretamente com a diminuição gradual de sustentação da musculatura elevadora da pálpebra.

Quais são as consequências da queda das pálpebras?

Também chamada de blefaroptose, a queda das pálpebras pode resultar em apenas consequências estéticas, mas também pode gerar severos problemas funcionais. Nos casos mais graves, a pálpebra pode cobrir o eixo visual e comprometer a capacidade de enxergar.

Como tratar a ptose das pálpebras?

O tratamento efetivo é a realização de cirurgia. O procedimento utilizado é a blefaroplastia, intervenção também utilizada para a eliminação de bolsas de gordura, flacidez e rugas locais, a fim de melhorar o aspecto geral das pálpebras superiores e inferiores.

Se não for adequadamente tratada, a ptose palpebral grave pode desencadear condições mais sérias, como a ambliopia, um tipo de cegueira provocada pelo mal desenvolvimento da visão de um olho. A condição acontece porque a ptose palpebral cobre parte significativa da córnea e da pupila, prejudicando a visão.

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Como prevenir o envelhecimento da pele?

Como prevenir o envelhecimento da pele?

É imprescindível cuidar da pele. Toda pessoa com mais de 20 anos precisa ter consciência e ter uma rotina de cuidados. Seja a pele seca, mista ou oleosa, com ou sem acne, manchas ou marcas.

Existe, porém, um fator denominado envelhecimento precoce da pele. Geralmente acontece quando ocorre aceleração da incidência de flacidez, rugas e manchas. É causado por diversos fatores, desde hábitos até fatores do meio ambiente. Os maus hábitos são alimentação ruim, sedentarismo, bebidas em excesso, fumo, estresse e ausência de cuidado. Agentes ambientais prejudiciais podem ser poluição e exposição solar.

Os sintomas são o aparecimento de rugas e linhas de expressão na testa, ao redor dos lábios e nos olhos (os famosos pés de galinha), manchas escuras em todo o rosto, flacidez em excesso e olheiras.

Para tratar e prevenir os sintomas é preciso, acima de tudo, mudar o estilo de vida. Será necessário adotar uma rotina de cuidados diários com a pele, mudar a alimentação, fazer atividades físicas e beber muito líquido. Conheça essas práticas em detalhes.

5 dicas para prevenir o envelhecimento da pele

Use protetor solar todos os dias

É necessário usar protetor solar no rosto diariamente, de preferência com FPS 30, para proteger da ação dos raios UV, e para evitar câncer de pele. A dica é escolher uma fórmula ideal para o seu tipo de pele, que pode ser seca ou oleosa. Um protetor solar inadequado para pele oleosa pode causar a formação de acne.

Limpe sua pele sempre

O essencial para prevenir o envelhecimento é fazer uma boa limpeza de pele todos os dias. Use sabonetes, tônicos, géis e hidratantes próprios para sua pele. A dica é sempre remover a maquiagem, independentemente de qualquer coisa. Devem-se extrair cravos e espinhas, fazendo peeling, pelo menos de três em três meses, para renovar a pele.

Consuma alimentos certos

É preciso ter uma alimentação rica em alimentos nutritivos e antioxidantes, como vitamina C, vitamina E, selênio, zinco, isoflavona e resveratrol. Esses nutrientes são encontrados na cenoura, beterraba, uva, tomate, damasco, mamão e berinjela, por exemplo.

Faça os tratamentos necessários

Um profissional dermatologista prescreverá o melhor tratamento de pele para cada caso, que pode ser radiofrequência, carboxiterapia, peeling químico, microagulhamento ou tratamento com ácidos.

Tenha bons hábitos

Não fume, não consuma bebidas alcoólicas em excesso, não seja sedentário e não viva sob estresse. É preciso ter uma vida equilibrada em todos os sentidos, o que refletirá em uma pele saudável. Recomenda-se a prática de exercícios físicos regularmente, ingestão de líquidos e sono de oito horas por noite.

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6 causas da celulite

6 causas da celulite

A celulite é uma alteração na pele, especialmente na perna, coxas e glúteos, causada pelo acúmulo de gordura, água e toxinas nas células, tornando-as cheias e endurecidas. O local apresenta ondulações, retrações e nódulos, causando a conhecida aparência que ninguém gosta. A celulite apresenta diferentes níveis. É caracterizada pela quantidade de furinhos, pelo aspecto das áreas elevadas, incidência de lesões e de flacidez

Essa condição é uma das maiores causas da baixa autoestima das mulheres e o principal fator que as impede de serem tranquilamente livres para usar short e biquíni.

Você sabe por que os famosos furinhos aparecem na pele, deixando o aspecto casca de laranja? Para conhecer as causas e como tratar, continue lendo.

6 Causas para o desenvolvimento de celulite

1 – Genética

Muitas mulheres têm um ritmo de vida equilibrado e, ainda assim, apresentam celulite. A razão são heranças genéticas e tendências familiares, especialmente no tipo corporal ginóide, aquele com aumento de gordura corporal na região inferior do corpo.

2 – Alteração hormonal

Os hormônios estrógeno e progesterona favorecem a retenção hídrica, o que compromete a circulação. Assim, surgem as celulites.

3 – Uso de pílula anticoncepcional

Devido às alterações hormonais, muitas mulheres retêm muito líquido e têm a performance do metabolismo reduzida enquanto tomam pílulas anticoncepcionais.

4 – Sedentarismo e alimentação desequilibrada

Uma alimentação desequilibrada, com alta quantidade de açúcar, carboidrato e gordura, eleva o tamanho da camada adiposa na pele, causando celulite. Sem prática regular de atividade física para acelerar o metabolismo e queimar parte dessa gordura, o corpo fica sem estímulo circulatório e aumenta a retenção de líquido.

5 – Uso de roupas apertadas

Usar roupas muito apertadas agravam o quadro de celulite, pois compromete a circulação pela compressão dos vasos sanguíneos e linfáticos, principalmente na região das coxas e glúteos.

6 – Fumo

O cigarro contém substâncias que causam a vasoconstrição, diminuindo a concentração de oxigênio do organismo, o que influencia a circulação sanguínea.

Como evitar celulite

Para evitar o aparecimento de celulite e amenizar a situação, é preciso mudar alguns hábitos alimentares, praticar atividade física, evitar álcool e cigarro e optar por uma vida mais saudável. Como as celulites surgem por acúmulos de gordura no tecido adiposo, é preciso promover boa circulação do sangue e que o organismo esteja bastante hidratado.

Para potencializar a circulação sanguínea, é preciso colocar o corpo em movimento, andar durante o expediente de trabalho, alongar-se durante o dia e fazer atividades físicas, pelo menos, três vezes na semana.

Se a celulite realmente incomoda, podem-se fazer tratamentos estéticos como drenagem linfática, ultrassom, radiofrequência, massagem estimulante e endermoterapia, que agem diretamente no problema e eliminam rapidamente os buraquinhos.

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